Eu estou pedindo mais um pouco dessa luz, a considero minha droga e agora eu já estou sentindo os sintomas da abstinência.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pensamentos corrosivos.
Eu os tenho aos montes, aos milhares... Eles escorrem pelas minhas paredes, inundam meu banheiro, minha comida e meus pertences. Eles falam comigo, me dizendo em que direção seguir, pra que lado correr se tudo der errado, me falando pra correr onde sempre vai dar errado. Eu sempre corro onde existe alguma luz que me lembre algum traço seu, algum lugar divertido na minha cabeça mesmo e sempre acho meio escondido, fragilizado e escuro. É sempre no escuro que eu te acho. Ali, no cantinho mais esquisito. Sempre tem alguma coisa que te envolve, tem sempre uma luz. Aquela clássica luz no fim do túnel, que é quente e acalma qualquer um que chegue perto. Dá vontade de ficar perto, esquentar o corpo naquela luz, ficar ali sentindo aquele calor bom por muito tempo. Fechar os olhos... Esquecer do mundo... Morrer ali, sem dúvidas, seria uma boa forma de se aproveitar os últimos segundos de vida. Sem excesso aqui, por favor.
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A luz sempre está presente, sempre. Seja pra tentar aplacar esses pensamentos ou pra tentar a cada dia iluminar mais e mais seu caminho até ela. Porque essa luz também pede por você, mesmo que às vezes não pareça.
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